O meu pai era uma pessoa muito peculiar para a época e sobretudo para o meio onde vivia e trabalhava. Aquilo que começa a tornar-se moda agora era o normal para ele. Lia todos os dias, praticava Yôga todos os dias, tinha um extremo cuidado com a sua alimentação todos os dias e dava o seu melhor todos os dias. Acredito que este estilo de vida não de impressione muito pois certamente já viste, conheces ou talvez até sejas uma pessoa assim, mas naquela época as coisas eram bem diferentes...


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Fui recentemente entrevistado pela revista Sábado para um artigo sobre os medos Halloween que algumas crianças têm. Como o artigo é um compêndio de várias opiniões sobre o assunto decidi aprofundar aqui a minha visão sobre os medos do Halloween que algumas crianças têm.

Apesar de para a maioria das crianças o dia de Halloween significar diversão, existem muitas que têm medo do Halloween e algumas até ficam em pânico...


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"– Vamos Gualdino, está na hora. Hoje é o dia em que te tornas numa verdadeira andorinha!

– Vou já pai, deixa-me só despedir-me da Virgínia mais uma vez."

Antes de continuares a ler a bela história da Andorinha Gualdino, quero apresentar-te alguns motivos fortes para que leias vezes sem conta esta história ao teu filho. Acredito profundamente que quanto mais vezes leres este conto ao teu filho mais impacto positivo criarás na sua vida e na tua também, pois ele tem tanto para ensinar ao teu filho como a ti...


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Hoje as nossas escolas serão invadidas por bruxas, demónios, vampiros, esqueletos e outros seres das trevas e quando iniciei esta trilogia de artigos questionei qual é a intenção desta festa na nossa sociedade e fiz a analogia ao facto de até há bem poucos anos em Portugal se comer Cozido à Portuguesa com muita frequência e como hoje os Portugueses trocaram esse hábito pelos restaurantes de Fast Food.

Será que esta analogia faz algum sentido?

Será que esta importação poderá ter um efeito tão negativo nas nossas crianças como tem tido o da importação do Fast Food?


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Achas que o teu filho acredita no Pai Natal? Um dos exercícios que me ajuda a tornar-me um Pai Mais Ligado é colocar-me nos sapatos do meu filho e tentar perceber o grau de conexão que uma situação, atitude, prática de parentalidade, ou ritual familiar me daria com o adulto em questão.
É muito comum a maioria dos adultos tratar as crianças como se fossem uns autênticos imbecis...


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